“Renato Correia, presidente da CBIC: Mudança é muito importante para a classe média que ganha de entre R$ 12 mil e R$ 20 mil por mês”.
Um novo modelo de financiamento imobiliário promete aumentar a oferta de crédito para a classe média. A ideia é moderniza o SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo), liberando parte dos recursos que antes ficavam obrigatoriamente retidos no Banco Central para aumentar a oferta de financiamentos habitacionais.
“Parte dos recursos que ficavam retidos no Banco Central (depósito compulsório) serão usados para aumentar a oferta de financiamentos habitacionais, especialmente para famílias com renda entre R$ 12 mil e R$ 20 mil por mês, um segmento hoje pouco atendido pelas modalidades existentes. Utilizando apenas 5% do compulsório, serão injetados R$ 37 bilhões a mais do que foi financiado no acumulado de 2025”, afirma Renato Correia, presidente da associação.
As principais condições do novo modelo são o aumento do limite máximo do imóvel financiado de R$ 1,5 milhão para R$ 2,25 milhões, financiamento de até 80% do valor do imóvel (na Caixa), taxa de juros limitada a até 12% ao ano (incluindo tarifas e comissões), e possibilidade de uso do FGTS para entrada, amortização ou quitação do financiamento.
A meta é liberar até R$ 150 bilhões em novos financiamentos até 2027, com uma fase de transição que começa já em 2025.
Essa reformulação do crédito imobiliário busca tornar o financiamento mais atrativo e acessível, especialmente para a classe média que não se enquadra no programa Minha Casa Minha Vida nem consegue arcar com as taxas dos financiamentos privados, estimulando o setor de construção civil e gerando mais empregos no país.
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Segundo o Ministro das Cidades, Jader Filho, os juros do financiamento do MCMV já estão nas mínimas históricas atualmente.
Cidade concentra preços muito acima da média de outros municípios do Brasil, conforme Índice FipeZap.